O mercado imobiliário de Ribeirão Preto vive um momento de transformação, com projetos que buscam alinhar a cidade às novas tendências de desenvolvimento urbano. Nesse cenário, o World Trade Center Ribeirão Preto surge como um empreendimento que combina moradia, negócios e serviços em um único ecossistema.
Para falar sobre esse movimento e sobre o momento do setor na cidade, conversamos com Augusto Collaço, Diretor Comercial da Copema Empreendimentos.
O que um empreendimento como WTC representa no atual momento do mercado imobiliário de Ribeirão Preto?
Um empreendimento como o World Trade Center Ribeirão Preto representa um divisor de águas no mercado imobiliário local. Ele coloca a cidade em um novo patamar de desenvolvimento urbano, mais alinhado às grandes capitais e aos polos que ditam tendências, porque entrega não só um produto imobiliário, mas um novo modelo de cidade dentro da cidade.
Ele também marca um salto importante em posicionamento. É o primeiro movimento consistente de branded residences na região, conectado a uma marca global presente em quase 100 países, o que eleva o padrão de experiência, credibilidade e percepção de valor. E isso não acontece por acaso: a marca apostou no potencial de Ribeirão e, principalmente, na capacidade de entrega e na qualidade do produto da Copema Empreendimentos.
Além disso, o projeto materializa uma tendência clara do setor, a criação de hubs urbanos completos, que integram moradia, trabalho, serviços e lazer em um único ecossistema. Não é um empreendimento isolado, é um endereço com vida própria, conveniência real e integração com a dinâmica da cidade.
Você diria que a cidade vive um novo ciclo de crescimento imobiliário?
Sim. Ribeirão vive um novo ciclo de crescimento imobiliário, mais orientado a qualidade e conceito do que apenas expansão por volume. A cidade já é um polo consolidado de saúde, educação, agronegócio e serviços, e agora começa a atrair projetos com assinatura internacional, alto padrão arquitetônico e investimento relevante. No caso do WTC, estamos falando de um aporte estimado em cerca de R$ 400 milhões, o que reforça o tamanho da oportunidade e a confiança no mercado local.
Ao mesmo tempo, a demanda ficou mais madura. Cresce a busca por endereço pronto, centralidade real e empreendimentos que entregam conveniência, serviços e experiência, além da metragem. Isso sustenta liquidez, ocupação e preservação de valor no longo prazo, que é o que define um ciclo mais sólido.
Existe hoje uma busca maior por empreendimentos mais completos, que integrem moradia, negócios e serviços?
Sem dúvida. O comportamento do consumidor mudou, e isso é perceptível em todas as gerações. O lazer, comodidade e a lógica de investimento são fatores que pesam na decisão.
Há uma valorização crescente de empreendimentos completos, que unem moradia, trabalho, lazer e serviços com poucos minutos de deslocamento. Os novos consumidores priorizam localização estratégica, mobilidade, conveniência e acesso a serviços. E os investidores buscam ativos que tenham liquidez, valorização e diferenciação que sustentem demanda no longo prazo.
Empreendimentos integrados, como o WTC Ribeirão Preto, conectados a polos, como o RibeirãoShopping, e estruturados como life centers, atendem exatamente essa demanda contemporânea por praticidade, segurança e qualidade de vida.
O investidor que está olhando para Ribeirão hoje busca segurança, rentabilidade ou posicionamento de marca?
Hoje, ele busca os três, mas dentro de uma lógica mais estratégica.
A decisão começa pela segurança, e aqui o ponto central é o endereço. Quando o projeto ocupa um vazio urbano numa região madura, ele nasce como “endereço pronto”, desejado e valorizado desde o primeiro dia. Isso reduz incertezas e aumenta a confiança no ativo.
Na sequência vem a rentabilidade, sustentada por centralidade real. Estar inserido em um entorno com fluxo e rotina já estabelecidos significa demanda concreta, uso diário e maior previsibilidade de ocupação, o que melhora a estabilidade do retorno e reduz vacância.
E tem um terceiro fator que pesa muito, que é o menor risco de maturação. O investidor não quer depender de promessas de crescimento futuro para o investimento funcionar. Ele quer um ativo que faça sentido agora, em um tecido urbano consolidado, com dinâmica pronta.
Por fim, o posicionamento de marca entra como multiplicador. O prestígio imediato de estar em uma região de alta demanda não é só percepção; ele se transforma em prática, atrai um perfil melhor de ocupante, reduz rotatividade e sustenta valor no longo prazo. E é aqui que o WTC Business Club vira peça-chave, como um “software” de experiências e integrações: ele dá vida ao endereço, cria conexão entre empresas e pessoas, gera agenda, networking e conteúdo, e aumenta o senso de pertencimento ao ecossistema. Em resumo, Ribeirão hoje entrega uma combinação rara: endereço consolidado, demanda real e valorização sustentada por reputação, centralidade e um ambiente ativo de relacionamento e negócios.








