Turbulentos. Assim podem ser definidos os anos 90. O Brasil e o mundo sorriu e sofreu, praticamente com a mesma intensidade.

No esporte, os brasileiros comemoraram a conquista de Ayrton Senna e o tetra da seleção nos Estados Unidos. Mas também choramos a morte do ídolo da Fórmula 1 e a perda do título para a França na Copa do Mundo de 1998.

O mundo foi apresentado ao Google e à Dolly, primeiro mamífero clonado. Acompanhou a reunificação das Alemanhas e o fim da União Soviética, com o mesmo atenção que o Brasil viu o impeachment de Fernando Collor e a votou pelo Presidencialismo como forma de governo.  

Em nossa economia, sofremos com a hiperinflação, que chegou a quase 500% ao ano, e o confisco de poupanças pelo Governo, em 1990. Mas, quatro anos mais tarde, surgiria o Plano Real e com ele a volta à estabilidade econômica.

Mesmo nesse cenário agitado, a Copema seguiu construindo sua história em Ribeirão Preto. Ao longo da década, a construtora entregou 10 empreendimentos - uma média de um por ano. Nada mal para aquela época tão conturbada!

A primeira obra entregue foi o Humaitá, em 1991, no Santa Cruz do José Jacques. No mesmo bairro ainda foram entregues o Tamoios (1991), Palazzo Viale (1994), Caetés (1994), Apiacás (1996), Saint Germain (1996), Monte Bianco (1997) e o Rive Gauche (1999), além do Office Center (1997), empreendimento comercial com 24 salas e quatro lojas na Avenida Portugal. Ainda foi concluído neste período o edifício Apinajés (1995), localizado no Centro.  

A Copema, que desde 1993 já ocupava  uma nova sede, ampla e confortável, na Avenida Antônio Diederichsen, estava consolidada entre as maiores construtoras do interior paulista, pronta para encarar o século XXI. Mas isso... é outra história!