Então é Natal... Época de apreciar, entre outras artes, os corais!

Então é Natal... Época de apreciar, entre outras artes, os corais!

O coral envolve um conjunto de vozes, que podem ser executados com ou sem acompanhamento musical: um grupo de pessoas cantando uma mesma canção, cada uma delas fazendo um tipo de voz de diferente, e encantando de forma mágica o público!

Na música ocidental divide-se o coro de vozes masculinas e femininas em quatro categorias (ou naipes): baixo, contralto, soprano e tenor. Por vezes ainda com outras duas vozes intermediárias: barítono e mezzo-soprano.

Não há uma origem certa para a atividade, considerada a mais antiga entre as sonoras coletivas, mas pode-se afirmar sua antiguidade e a ligação com cerimônias religiosas e espirituais.

Um dos registros mais antigos está na Caverna de Cogul, na Espanha: uma imagem, datada do período neolítico (entre 5.000 e 3.000a.C.), que remete à existência de canto e danças coletivos já na pré-história - ainda que de maneira rudimentar.

No Egito e na Mesopotâmia, segundo documentos antigos, também teria existido práticas corais ligadas a cultos religiosos e danças sagradas. Na antiga Grécia, o coral ganha importância social e deixa de ter caráter exclusivamente religioso, fazendo parte de festas populares.

Os primeiros corais, próximos ao que hoje conhecemos, aparecem na Europa por volta do ano 1000, nos mosteiros e comunidades religiosas. Anos mais tarde, no século XII, surgem as primeiras músicas criadas especificamente para corais e a prática se populariza cada vez mais.

Atualmente, o canto coral está em todo o mundo, nas grandes cidades e pequenas comunidades, praticados por grupos profissionais e amadores.